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jul 23

Novo RG brasileiro vem com QR Code e unifica dados de outros 12 documentos

O RG (Registro Geral), um dos documentos mais importantes para os brasileiros, se prepara para uma grande atualização que fará com que elimine outras formas de identificação. Uma nova versão mais completa do documento permite incluir dados de outros 12 documentos, além de apresentar um QR Code (espécie de código e barras) para garantir uma autenticidade ainda maior.

Atualmente, já é possível incluir no RG o número do seu CPF, tipo sanguíneo e o cadastro de NIS ou PIS-PASEP. Agora, com o novo modelo em mãos, os brasileiros poderão passar a ter um único documento os dados da carteira de trabalho, carteira de motorista, título de eleitor, o nome social, identidade profissional, certificação militar, Cadastro Nacional de Saúde, entre outras informações.

Além de todas essas novidades, o novo RG vem ainda com mais outra característica: um QR Code, localizado na parte interna, como forma de comprovar a validação do documento. Outros elementos de segurança foram adicionados ao modelo, como detalhes em relevo tátil ou reativos à luz ultravioleta.

Emissão

A emissão do novo modelo está com custo de R$ 99,53 aos cidadãos e pode ser solicitado em postos de identificação da Pericia Oficial e Identificação Técnica (Politec). O boleto para pagamento deve ser retirado no Portal da Segurança no campo “taxas de segurança”.

Até então, o novo RG só está sendo emitido no Distrito Federal e em oito estados – Goiás, Mato Grosso, Acre, Maranhão, Ceará, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul.

O governo brasileiro deve implementar o documento atualizado em todo o país até 2020. Ele foi determinado pelo decreto 9.278 de 2018, da Presidência da República. O texto também lança uma opção de RG em formato de cartão com chip para leitura por aproximação e durabilidade estimada de até 10 anos.

A carteira de identidade na versão antiga continua valendo. Por isso, a emissão do novo modelo é direcionada às solicitações de uma segunda via ou para os cidadãos que estão tirando o documento pela primeira vez. Os órgãos de identificação de cada estado definem os custos e procedimentos da emissão.

 

Fonte: OlharDigital.com